Os egípcios ao esculpir e pintar, tinham o propósito de relatar os acontecimentos de sua época, as histórias dos Faraós. Sua arte estava intimamente ligada à espiritualidade, voltada principalmente à crença da vida após a morte. As manifestações artísticas eram padronizadas, a revelarem perfeito domínio das técnicas, não sendo útil o estilo do artista. Como representação da figura humana o rosto era sempre apresentada de perfil, mesmo os olhos sendo mostrados de frente. Isso dá um certo ar de irreal. O tronco era apresentado de frente mas as pernas sempre estavam de perfil a famosa lei do Frontalidade.
Nas suas paredes de templos, pirâmides deixaram marcas de rituais, oferendas a deuses, segredos históricos e muitas dúvidas.
O mais legal mesmo, e muito emocionante é como as tintas estão ali com muuuitas cores. O branco ainda está muito branco desde 2.000 anos a.C.
As tintas vinham da natureza, pó de minérios, substâncias orgânicas, etc., mas o fixador ninguém soube dizer, ‘‘rs’’.
Em seu principal museu, Museu do Cairo se pode ver mais de 80 mil antiguidades desse universo, tecidos, cerâmicas, jóias, moedas, tumbas, e em tudo se encontra arte, arte e muita arte. Um império que através da arte mostra todo o seu mundo exuberante de crenças e ideais.
A riqueza e a inteligência desse povo são coisas inexplicáveis e incomparáveis.
E depois de toda essa complexidade do ser humano, ainda temos que escutar de uns e outros que foram ETs.

A foto acima, é um desenho sobre um Papiro, preparado com folhas aquáticas (Papyrus), secas e costuradas como um tecido, um papel.